sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Relato sobre evento na Fnac - Rio- 29.1.12

Quando deu umas 19h eles colocaram trechos de 6 músicas novas para a gente ouvir e éramos os primeiros do mundo a ouvir!!!! Depois disso o Morten entrou, nossa! Não podia acreditar! A primeira pergunta que um dos fãs fez a ele foi sobre o Letter from Egypt, depois, eu fui a segunda a perguntar sobre a turnê por aqui se seria só Rio-SP ou se iria para cidades como Recife, Fortaleza. Ele respondeu que gostaria de ter oportinidade de ir para várias cidades, mas que a principio seriam só 3. E então foi anunciado pela intérprete que ele estaria no Rio, SP e BH em setembro (22,23 e 26) e depois iria para Argentina e Chile. Ele disse que gosta muito da América do Sul, inclusive que um lugar que ele não esquece é a Amazônia. Perguntaram como foi a sensação de tocar no Rock in Rio II, ele disse que o palco era muito grande e mal via o outros músicos e que a platéia, apesar de imensa era educada pois, não teve tumulto e daí ele falou que o povo brasileiro era muito educado e tal. O pessoal começou a rir e daí foi explicado a ele e ao empresário dele o porquê das risadas. Nisso, como eu estava a um metro e meio dele e bem na frente dele, falei “em off” que na Noruega era bem diferente, ele disse que lá só tinham animais e eu falei que não que eu sabia porque já tinha estado lá. Ele sorriu. Perguntaram se ele cantaria uma música em português e ele disse que teria que ser uma música para dançar. Daí “em off “ eu falei que aqui havia outros ritmos além de samba e ele disse que sabia. Perguntaram se ele lançaria um livro um dia, ele falou que é um trabalho muito extenso, trabalhoso, que talvez não, mas se de repente aparecesse a oportunidade e desse certo...Os trabalhos dele como ator ele disse que foram só por favor e até brincou que convidaram-no para fazer o Homem Aranha mas até agora ele não deu resposta! Hahahahahahahahahahaha
Ele falou do processo de criação de música que é como um namoro, falou que não tem como escolher apenas uma música do novo álbum, falou de fundamentalismo que os seres humanos, diferente de outras raças, são os únicos que pensam “quem eu sou?” que uma vaca não pensa isso. E que sempre estamos fazendo perguntas e que se não obtemos respostas elas expiram pois, estamos num constante processo de mudança. E nisso ele falou que acredita em Deus, num criador.Sobre o fato de ele ter vindo agora para cá, ele disse que ele acabou de “sair da caverna”, isto é, que acabou de sair do estúdio, de finalizar o álbum e queria começar esse novo processo por aqui e como não deu certo de ele vir em fevereiro, ele virá em setembro, mas veio agora para dar início a divulgação do livro, a uma turnê, por aqui. Uma moça contou uma história que ela há anos atrás teve uma baque na vida e tentou cometer suicídio e a mãe colocava “A kind of Christmas card” para ela ouvir, de novo, e de novo, até que ela superou e conseguiu sair daquilo. Então, chorosa, ela agradeceu a ele e espontaneamente ele veio e abraçou-a. Como ela estava sentada atrás de mim e ao meu lado esquerdo tinha uma cadeira vaga, ele abraçou-a por aí (do meu lado). Então aproveitei e disse que ele mudou a vida de muita gente, ele sorriu e encostou a mão no meu ombro. Sobre o fim da banda, ele disse que na época de Letters from Egypt ele se sentia como “Double dating”, como se tivesse duas relações e que agora não, que ele tem só a carreira solo, que é tudo novo.
Morten disse que não escuta música, que escuta os barulhos da casa como a água passando pelos canos! rs
Ele fica sabendo das novidades musicais que chegam até ele, mas escutar um CD mesmo, só parando e escutando mesmo, ele não ouve um CD fazendo outra coisa junto
No final, pediram para ele tocar uma música do novo álbum, mas ele falou que só em setembro. Tinham 130 pessoas lá, sendo que a capacidade era só para 89 (segundo a produção da Fnac).Então depois, o Morten deu autógrafo e tirou foto com pelo menos 100 delas.
Ele estava muito feliz, estava muito bem mesmo, com um ótimo astral e tudo ao redor também teve um ótimo astral, foi muito bom, muito descontraído e informal, como se fosse mesmo uma conversa entre amigos. Aliás, o Morten disse que ele não é um artista que tem uma platéia, que isso é uma relação, há uma relação, uma ligação entre ele e o público. 

Um comentário:

  1. Muito obrigada pelo seu relato Karin, adorei saber de mais detalhes sobre o que foi dito neste evento do Morten. Muito bom!

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